O Candidato

O candidato obtém preferências com base:

  • no seu nome
  • no seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional
  • na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa
  • na sua capacidade de se projetar.
Qualquer candidato
Saber quem é, é meio caminho andado
  1. Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:
  2. apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;
  3. ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;
  4. definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).

As defesas do público em relação ao orador e seu discurso

Todo discurso político se constitui numa peça de persuasão em torno de um tema público que usualmente é controvertido.

1. Não esqueça nunca que a sua comunicação é interessada Partindo da realidade do eleitor, nunca será demais enfatizar a sua “postura defensiva”, em relação ao discurso do político. A própria “estrutura da situação” de uma campanha eleitoral já predispõe o ouvinte a uma posição defensiva. Todo discurso político se constitui numa peça de persuasão em torno de um tema público que usualmente é controvertido. Enquadra-se naquilo que se chama de comunicação interessada, isto é, aquela comunicação que visa levar os ouvintes a adotar uma atitude do interesse do orador. A comunicação social pode ser classificada em:

  • Altruísta – (amor, educação, religião, arte)
  • Interessada – (economia, política)

Porque é tão importante caracterizar a comunicação política como um tipo de comunicação interessada? Porque a Comunicação Interessada está na origem da maioria das características da política. Na comunicação política, A comunica-se com B porque está interessado em obter algo que este possui; e B aceita a comunicação, porque A possui algo que pode lhe interessar. A própria “estrutura da situação” de uma campanha eleitoral já predispõe o ouvinte a uma posição defensiva, comumente de ceticismo, quando não de franca hostilidade ao orador e à sua mensagem. Na dinâmica da campanha, muitas vezes esquece-se dessa realidade. Em consequência a comunicação política da candidatura toma um rumo, que é rejeitado pelo eleitor.

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Sem dinheiro é melhor nem tentar

Mesmo a mais idealista das campanhas precisa de dinheiro para se viabilizar

A frase é forte, impiedosa e categórica. Ela afronta uma visão mais romântica da política, trazendo-a das alturas dos ideais para o mundo dos interesses materiais, mesquinhos e individuais. Não se trata porém de contrastar a política do ideal contra a política do interesse.

Qualquer campanha eleitoral tem custos. Sem meios financeiros para cobrir esses custos, não há campanha.

Mesmo a mais idealista das candidaturas vai necessitar dinheiro para se viabilizar, assim como a campanha mais interesseira vai necessitar de uma mensagem nobre para vencer.

A raiz do problema, inafastável e impossível de ignorar, é o fato de que qualquer campanha eleitoral tem custos. Sem meios financeiros para cobrir esses custos, não há campanha, ou, na melhor das hipóteses, ela nunca consegue superar aquele estágio inicial modesto, realizado por familiares e amigos, de maneira gratuita.

Há muitas formas de ajuda material à campanha, todas elas úteis e necessárias:

Empréstimos sem ônus: prédios, veículos, móveis e equipamentos;

Doações: papel, tinta, tecidos (para faixas ou camisetas p. ex.), combustível;

Cessões de uso: paredes para pintar propaganda, espaços residenciais para colar cartazes, terrenos para fixar placas tipo outdoor;

Colaboração voluntária: para trabalhos de campanha na sede ou junto aos eleitores;

Todos esses recursos são úteis e valiosos. Mas não bastam, e não substituem o dinheiro. O dinheiro tem um poder de “conversão” único. Ele é capaz de converter-se em praticamente qualquer outro recurso de campanha (cartazes, outdoors, publicidade, transporte, contratação de profissionais, pesquisas, apoio ao trabalho de voluntários, etc).
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A Dubcom venceu a concorrência

1º Festa da Pesca e da Cultura em imarui
1º Festa da Pesca e da Cultura em Imaruí

A Dubcom venceu a concorrência da 1ª Festa da Pesca Artesanal e da Cultura Açoriana, que acontece em Imaruí de 09 a 12 de dezembro. Realizada pelo Instituto de Juventude e os Ministérios de Turismo e da Pesca, a festa leva atrações, comida típica e diversão para a cidade. Com cores vivas, a campanha destaca a pluralidade da festa. O visual lúdico apresenta ilustrações dos personagens da cultura catarinense e a identidade orgânica cria um ambiente artesanal, destacando as raízes do povo. A direção de arte e as ilustrações são de Ricardo Machado e a redação de Manuella Paula. Foram criadas peças para jornal, cartaz, outdoor, banner, camiseta, crachá, folder e lona para o espaço da festa.

Completando 10 anos, a agência comemora uma equipe de criação reestruturada, que se prepara para o próximo ano.

Branding pessoal prepara você para

A Compromitto tem sua expertise no Branding – evolução do marketing e design. Nosso trabalho consiste na geração e sustentação de marcas fortes, embasadas numa pesquisa mais aprofundada sobre sua essência e personalidade. O resultado prático é o seu correto posicionamento perante a imagem de seus stakeholders (partes interessadas na marca), aumentando a sua percepção, criando maior valor e aumentando o relacionamento entre a marca seu trade market e principalmente seus eleitores.

Acreditamos que as pessoas escolhem candidatos que expressem sua personalidade.

Branding pessoal  prepara você para:

•Aumento da concorrência;
•Geração de valor agregado, aumenta o Mark Up;
•Fusões e coligações;
•Maior notoriedade da candidatura;
•Lançamento de novos candidatos;
•Atração de militância, financiadores e inovações;