A sua praça é importante

Os 4 Ps do marketing também chamados de Mix de Marketing ou Composto de Marketing representam os quatro pilares básicos de qualquer estratégia de marketing: Produto, Preço, Praça e Promoção.

P de Praça

Algumas pessoas têm dúvida sobre esse pilar. Na verdade, talvez o nome não seja muito claro.

Em inglês, Praça é Placement, que, em tradução livre para a nossa área, pode ser entendido como Colocação no Mercado.

A questão é que ele é responsável, especificamente, por como o cliente chega até você, aos seus produtos e serviços.

No nosso exemplo das Havaianas, são os canais de distribuição.

As perguntas para você definir da melhor forma a Praça, são:

  • Onde seu público costuma procurar pelos seus produtos e serviços?
  • No caso de estabelecimentos físicos (pontos de venda), quais os tipos específicos?
  • No caso de estabelecimentos virtuais e online, quais (ecommerce, catálogo, redes sociais)?
  • Como a sua empresa pode acessar os melhores e mais efetivos canais de distribuição?

Essas respostas, junto ao estudo dos outros pilares, vão ajudar a definir onde e como sua empresa deve estar acessível para os consumidores.

Às vezes pensamos que esta parte é menos complicada – principalmente pela facilidade de se montar uma loja virtual – mas é preciso entender que não adianta nada ter uma linda vitrine se não há público em frente a ela ou, ainda, se esse não é o público que vai, de fato, efetuar compras.

Pegar seu cliente e manter.

Conquistar o público e aumentar as vendas. Qual empresa não sonha com isso? A Internet tornou tudo mais possível e mais simples de alcançar. Isso se deve, principalmente, à velocidade das informações na rede, ao contato mais estreito que as marcas podem ter com as pessoas que se interessam e consomem seus produtos, às variadas ações online que têm como meta fisgar e fidelizar o público e, entre outros motivos, por ser a maneira mais prática e econômica de crescer no mercado. A democratização do acesso às informações proporcionada pela Internet tornou tudo mais simples. Nunca antes se viu um cenário como este que vemos agora, em que as pessoas podem, sem grande dificuldade, conhecer melhor as empresas, compará-las com os concorrentes, saber como atuam, que vantagens oferecem, qual reputação têm no mercado, o que outros consumidores online têm a dizer sobre suas experiências, enfim, uma série de aspectos que o limitado mundo offline não é capaz de proporcionar. Pelo menos não com o imediatismo da Internet.

Será que a sua empresa está pronta para atender às necessidades desse público ávido por informações e vantagens? É preciso entender como funciona o comércio eletrônico e de que maneira ele pode ajudá-lo, de modo que a sua empresa seja a primeira e a única opção do seu público-alvo.

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O futuro não está à nossa frente. Ele já aconteceu.

TAREFAS DO MARKETING “Marketing empreendedor: a maioria das empresas é fundada por indivíduos perspicazes. Eles percebem uma oportunidade e saem batendo de porta em porta a fim de chamar a atenção para seu produto.” (KOTLER, 2000, p. 25)

“Marketing profissionalizado: quando as pequenas empresas alcançam o sucesso, elas inevitavelmente passam a adotar procedimentos de marketing mais profissionais.” (KOTLER, 2000, p.25)

“Marketing burocrático: muitas grandes empresas mergulham de cabeça no marketing profissionalizado, examinando detalhadamente os últimos números da Nielsen, investigando minuciosamente relatórios de pesquisa de mercado e tentando aperfeiçoar suas relações com os distribuidores e suas mensagens publicitárias. Essas empresas não têm a criatividade e a paixão das empresas ‘guerrilheiras’ do primeiro estágio, o estágio do marketing empreendedor. Seus gerentes de marca e produto precisam sair de seus escritórios e passar a ter um contato maior com o cliente. Assim, eles podem visualizar novos meios de agregar valor à vida dos clientes.” (KOTLER, 2000, p.25)

“O resultado é que o marketing efetivo pode assumir várias formas. Sempre existirá uma tensão entre o estágio profissionalizado do marketing e sua manifestação mais criativa. É mais fácil aprender a abordagem profissionalizado, que será tratada na maior parte deste livros.” (KOTLER, 2000 p.25)

 

Conhecer seu inimigos e “amigos”

Já analisamos o tipo pessimista, o arrogante, o desconfiado crônico, o passional e a “serpente ofendida”. Há muitos outros mais, e você precisa desenvolver instintos políticos aguçados para identificar e prever seu comportamento.
A serpente ofendida é uma das feras mais perigosas da selva política.
Como já se viu, alguns parecem inofensivos, mas podem se tornar extremamente perigosos (é o caso da serpente ofendida). Suas armas secretas, às vezes escondem-se por trás das aparências de fraqueza e inferioridade.
Outros há (como os tipos arrogante e passional) que já se apresentam com as garras à mostra, mas que nem sempre são tão perigosos.
Tanto aqueles que já foram descritos como os que serão apresentado nesta coluna existem e você terá que trabalhar com eles. É verdade que possuem utilidade e valor, mas também um alto nível de periculosidade.

A sabedoria do político está em:

saber identificá-los o mais cedo possível;
conhecer seus traços psicológicos e comportamentais;
suas manias, hábitos, preconceitos, obsessões e limites dentro dos quais operam;

Para evitar:

julgá-los pelas aparências;
criar expectativas que não se realizarão;
e ser surpreendido por comportamentos que não esperava.

Os tipos

O formalista leal – Este é um tipo interessante. Trata-se de um “catão”, sempre atento aos deslizes dos outros – inclusive os que você comete – rígido no aspecto moral e jurídico, obsessivamente apegado à legislação positiva, com uma verdadeira devoção aos princípios da hierarquia e da ordem. Por este último aspecto, tende a ser uma pessoa extremamente leal a seu chefe, assumindo a condição de seu protetor.
Como tal, ele será prestigiado por sua fidelidade e seu zelo protetor. No entanto, para os demais auxiliares, ele é encarado como um “chato”, um “empatador”, alguém que só vê dificuldades, ilegalidades e riscos nos projetos e planos deles. Você vai precisar de paciência para lidar com o formalista leal, que com seus hábitos protocolares, detalhistas e cautelosos torna-se enfadonho e cansativo. Mas atenção: ele pode ser muito valioso, pelo seu cuidado defensor. É uma pessoa que exige sua atenção, já que muito do que tem a dizer será revelado, sempre reservadamente, somente a você. Será necessário chegar a um acordo operacional sobre o grau de risco tolerável em suas decisões e nas de seus auxiliares. Embora convencional, ele deve possuir alguma maleabilidade capaz de moderar sua postura intransigente, a fim de combinar a necessária proteção com a imprescindível capacidade de correr riscos.
O inseguro- Ele vê perigo por todos os lados e hesita em decidir – e agir – para não correr riscos. O inseguro é sempre uma pessoa indecisa. Mantém uma tênue linha divisória com o desconfiado e o pessimista, empregando os argumentos de um e de outro para revestir sua insegurança com uma casca de prudência. É facilmente detectável, uma vez que tal traço de personalidade se aplica a todas as matérias – tanto nas de governo como nas pessoais, nas questões sérias e importantes e, também, nas banais e irrelevantes.
Não o designe para funções que exijam agilidade administrativa, capacidade de ação, iniciativa e criatividade. Pode ser um assessor útil, considerando que a insegurança exige que ele seja preciso e minucioso no trabalho que desenvolve. Trata-se não de uma qualidade profissional, mas de um defeito pessoal que pode, numa função de aconselhamento, se tornar uma virtude.

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O Candidato

O candidato obtém preferências com base:

  • no seu nome
  • no seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional
  • na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa
  • na sua capacidade de se projetar.
Qualquer candidato
Saber quem é, é meio caminho andado
  1. Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:
  2. apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;
  3. ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;
  4. definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).

As defesas do público em relação ao orador e seu discurso

Todo discurso político se constitui numa peça de persuasão em torno de um tema público que usualmente é controvertido.

1. Não esqueça nunca que a sua comunicação é interessada Partindo da realidade do eleitor, nunca será demais enfatizar a sua “postura defensiva”, em relação ao discurso do político. A própria “estrutura da situação” de uma campanha eleitoral já predispõe o ouvinte a uma posição defensiva. Todo discurso político se constitui numa peça de persuasão em torno de um tema público que usualmente é controvertido. Enquadra-se naquilo que se chama de comunicação interessada, isto é, aquela comunicação que visa levar os ouvintes a adotar uma atitude do interesse do orador. A comunicação social pode ser classificada em:

  • Altruísta – (amor, educação, religião, arte)
  • Interessada – (economia, política)

Porque é tão importante caracterizar a comunicação política como um tipo de comunicação interessada? Porque a Comunicação Interessada está na origem da maioria das características da política. Na comunicação política, A comunica-se com B porque está interessado em obter algo que este possui; e B aceita a comunicação, porque A possui algo que pode lhe interessar. A própria “estrutura da situação” de uma campanha eleitoral já predispõe o ouvinte a uma posição defensiva, comumente de ceticismo, quando não de franca hostilidade ao orador e à sua mensagem. Na dinâmica da campanha, muitas vezes esquece-se dessa realidade. Em consequência a comunicação política da candidatura toma um rumo, que é rejeitado pelo eleitor.

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Sem dinheiro é melhor nem tentar

Mesmo a mais idealista das campanhas precisa de dinheiro para se viabilizar

A frase é forte, impiedosa e categórica. Ela afronta uma visão mais romântica da política, trazendo-a das alturas dos ideais para o mundo dos interesses materiais, mesquinhos e individuais. Não se trata porém de contrastar a política do ideal contra a política do interesse.

Qualquer campanha eleitoral tem custos. Sem meios financeiros para cobrir esses custos, não há campanha.

Mesmo a mais idealista das candidaturas vai necessitar dinheiro para se viabilizar, assim como a campanha mais interesseira vai necessitar de uma mensagem nobre para vencer.

A raiz do problema, inafastável e impossível de ignorar, é o fato de que qualquer campanha eleitoral tem custos. Sem meios financeiros para cobrir esses custos, não há campanha, ou, na melhor das hipóteses, ela nunca consegue superar aquele estágio inicial modesto, realizado por familiares e amigos, de maneira gratuita.

Há muitas formas de ajuda material à campanha, todas elas úteis e necessárias:

Empréstimos sem ônus: prédios, veículos, móveis e equipamentos;

Doações: papel, tinta, tecidos (para faixas ou camisetas p. ex.), combustível;

Cessões de uso: paredes para pintar propaganda, espaços residenciais para colar cartazes, terrenos para fixar placas tipo outdoor;

Colaboração voluntária: para trabalhos de campanha na sede ou junto aos eleitores;

Todos esses recursos são úteis e valiosos. Mas não bastam, e não substituem o dinheiro. O dinheiro tem um poder de “conversão” único. Ele é capaz de converter-se em praticamente qualquer outro recurso de campanha (cartazes, outdoors, publicidade, transporte, contratação de profissionais, pesquisas, apoio ao trabalho de voluntários, etc).
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